Porquê, à distância, não te reconheço como parte?
É um todo quando estamos e um nada quando nos largamos.
E é aqui que os fios se começam a emaranhar, e as pontas não se encontram, cerrando em si nós que firmemente se mantêm.
Queria muito simplificar o descompasso do meu coração, desculpando-o com um simples "Amanhã logo se vê!".
E é aqui que irrompem furiosamente sentimentos de meia verdade, de meia entrega, de meia liberdade. Sou-te doce quando se me esvaziou a lógica e o sentido das coisas, porque quando te leio... Ah quando te leio... Sou-te dura! E não perdoo uma falta de pedido rogado, e em joelhos, para que te ame.
E, no entanto, é este amor que não se desprende do conceito ilusão e que me impele para o desacreditar.
É-te cedo?! Talvez!
Ou então queres-te surdo, cego e sem tacto para que não me possas ouvir, ver ou sentir. Sobretudo para que não te possas entregar!
Ironia? Sim!
És tu quem mais me puxa, crava-me as unhas e enlaça-se-me nas pernas para que eu não fuja. É o respirar na nuca, o leve toque na pele e o riso inocente, que a sete chaves, me encarcera. Leva-me a corrente e eu deixo-me ir, sem tactear o caminho.
Queria muito simplificar as sinuosidades da vida, enfrentando-a com um simples "Amanhã logo se vê!".
Mas tens-me incompleta... Encolhida, segurando-me com força para não desmanchar, acreditando veemente que tu és quem me sustenta.
E o amor?! Esse diz-se de muitas maneiras até mesmo em silêncio.
É um todo quando estamos e um nada quando nos largamos.
E é aqui que os fios se começam a emaranhar, e as pontas não se encontram, cerrando em si nós que firmemente se mantêm.
Queria muito simplificar o descompasso do meu coração, desculpando-o com um simples "Amanhã logo se vê!".
E é aqui que irrompem furiosamente sentimentos de meia verdade, de meia entrega, de meia liberdade. Sou-te doce quando se me esvaziou a lógica e o sentido das coisas, porque quando te leio... Ah quando te leio... Sou-te dura! E não perdoo uma falta de pedido rogado, e em joelhos, para que te ame.
E, no entanto, é este amor que não se desprende do conceito ilusão e que me impele para o desacreditar.
É-te cedo?! Talvez!
Ou então queres-te surdo, cego e sem tacto para que não me possas ouvir, ver ou sentir. Sobretudo para que não te possas entregar!
Ironia? Sim!
És tu quem mais me puxa, crava-me as unhas e enlaça-se-me nas pernas para que eu não fuja. É o respirar na nuca, o leve toque na pele e o riso inocente, que a sete chaves, me encarcera. Leva-me a corrente e eu deixo-me ir, sem tactear o caminho.
Queria muito simplificar as sinuosidades da vida, enfrentando-a com um simples "Amanhã logo se vê!".
Mas tens-me incompleta... Encolhida, segurando-me com força para não desmanchar, acreditando veemente que tu és quem me sustenta.
E o amor?! Esse diz-se de muitas maneiras até mesmo em silêncio.
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